EDUCANTINHO

Para ensinar e aprender

Dia do Índio

O molde desta máscara veio na Apostila POSITIVO. Mas é bem fácil de fazê-la utilizando papel cartão. O cocar nós fizemos com uma folha de revista dobrada em 4 partes e em seguida “picotamos” com a tesoura. É claro que nada como o a mãozinha das crianças para dar um toque especial no trabalho.


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Cartão para a Mamãe

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Pais e Educadores precisam ser parceiros

Matéria publicada no Diário do Grande ABC em 04 de março de 2012 por Natalia Fernandjes

Leia na Integra:http://www.dgabc.com.br/News/5945125/pais-e-educadores-precisam-ser-parceiros.aspx

As aulas começaram há cerca de um mês e muitos professores já acumulam ‘pepinos’ para resolver em sala de aula. Alunos indisciplinados, hiperativos e ou com dificuldade de aprendizado exigem atenção e paciência redobrada. Mas os problemas são de responsabilidade apenas da escola? Especialistas garantem que não. Na maior parte dos casos, a falha na parceria entre pais e professores é o que resulta em conflitos, seja no âmbito comportamental ou na área do aprendizado. Falta preparação e pulso por parte de educadores e familiares na tarefa de orientar crianças e adolescentes.

Para o psiquiatra e educador Içami Tiba, a educação deve ser um barco remado por pais e docentes na mesma direção. “Às vezes, os pais acabam remando contra por amarem demais seus filhos e não terem conhecimento, o que atrapalha o desenvolvimento deles”, comenta. O especialista aponta a falha de alguns pais, que insistem em “mudar o mundo” em vez de adaptar seu filho a ele, por simples proteção.

Por outro lado, há o despreparo dos educadores, que aceitaram o rótulo de responsáveis e culpados pelo desenvolvimento educacional, ético e humano dos estudantes. “A escola não pode preencher responsabilidades que são dos pais, como a obrigação de fazer o dever de casa, por exemplo”, destaca Içami Tiba.

Ele defende que os professores devam imponham sua moral. A escola também tem papel de observar e estar alerta quanto ao comportamento do aluno e avisar a família. “É preciso haver diálogo e cobrança, não apenas conversa”, observa.

O tema é abordado no 30º livro do especialista, Pais e Educadores de Alta Performance. Segundo ele, o material oferece aos leitores dicas de fácil aplicação para formar valores e competências nos filhos e alunos.

Valores

A escola também não pode deixar de lado a função de inserir o estudante socialmente. Outra função é promover a formação ética. Essa é a visão da professora da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), Silvia de Mattos Gasparian Colello.

De acordo com a educadora, a unidade de ensino deveria preparar, além do currículo estudantil, a formação humana. “Os educadores não estão preparados da forma adequada, por isso, ficam apagando incêndio”, comenta, ao referir-se à resolução paliativa de problemas nas unidades de ensino.

Dificuldades

A falta de infraestrutura adequada e respaldo por parte dos órgãos públicos também atrapalha o processo de aprendizado, segundo a coordenadora da subsede da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) em Mauá, Rita de Cássia Cardoso. A educadora avalia que os profissionais têm dificuldade de olhar individualmente para cada aluno em uma sala de aula com até 35 pessoas. “É um número alto de crianças e jovens com necessidades diferentes”, observa.

Nos casos em que o trabalho profissional e a figura dos pais não estão em sintonia e os problemas tendem a aparecer, o encaminhamento é a alternativa correta para a resolução do problema. O trabalho do professor é orientar os pais a pedir ajuda nos serviços públicos disponíveis. Na prática, todos os problemas acabam ficando para a escola resolver.

Mães se unem por auxílio a menino agressivo em Mauá

Um grupo formado por mães de alunos do segundo ano da EE Walt Disney, em Mauá, cobra das autoridades competentes – Conselho Tutelar, Diretoria de Ensino e Ministério Público – providências a respeito de um aluno considerado “problemático”. Há relatos de que o garoto de apenas 7 anos agride desde colegas de sala até educadores e diretores da unidade.

O conselheiro tutelar do Conselho 2 de Mauá Lucio Cesar afirmou que agendou reunião com a mãe e dará encaminhamento para o serviço municipal mais indicado.

Segundo a Secretaria de Educação do Estado, o aluno tem transtorno comportamental e seu caso já foi encaminhado. A diretoria de ensino municipal acompanha o aluno e avalia seu aprendizado a fim de averiguar a necessidade de medidas específicas.

O Ministério Público preferiu não comentar sobre o caso por tratar-se de processo que envolve criança.

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PROJETO RUTH ROCHA

A leitura de histórias é um momento em que a criança pode conhecer a forma de viver, pensar, agir e o universo de valores, costumes e comportamentos de outras culturas situadas em outros tempos e lugares que não o seu. A partir daí ela pode estabelecer relações com a sua forma de pensar e o modo de ser do grupo social ao qual pertence. As instituições de educação infantil podem resgatar o repertório de histórias que as crianças ouvem em casa e nos ambientes que freqüentam, uma vez que essas histórias se constituem em rica fonte de informação sobre as diversas formas culturais de lidar com as emoções e com as questões éticas, contribuindo na construção da subjetividade e da sensibilidade das crianças. Ter acesso à boa literatura é dispor de uma informação cultural que alimenta a imaginação e desperta o prazer pela leitura. A intenção de fazer com que as crianças, desde cedo, apreciem o momento de sentar para ouvir histórias exige que o professor, como leitor, preocupe-se em lê-la com interesse, criando um ambiente agradável e convidativo à escuta atenta, mobilizando a expectativa das crianças, permitindo que elas olhem o texto e as ilustrações enquanto a história é lida. Quem convive com crianças sabe o quanto elas gostam de escutar a mesma história várias vezes, pelo prazer de reconhecê-la, de apreendê-la em seus detalhes, de cobrar a mesma seqüência e de antecipar as emoções que teve da primeira vez. Isso evidencia que a criança que escuta muitas histórias pode construir um saber sobre a linguagem escrita. Sabe que na escrita as coisas permanecem, que se pode voltar a elas e encontrá-las tal qual estavam da primeira vez. 
(Fonte: RCN- Referencial Curricular para Educação Infantil- Vol.3)

Diante dos objetivos explicitados nos Referenciais desenvolvi com o grupo de 4 anos o Projeto Ruth Rocha, onde reuni vários livros para vivência com as crianças dentre os quais escolhi os que tiveram maior apreço por parte delas para desenvolver algumas atividades que foram expostas na feira do livro da escola.

RUTH ROCHA

O TRABALHO DE RUTH É UM DOS MAIS RELEVANTES DA LITERATURA INFANTIL NO BRASIL. QUANDO A CRIANÇA LÊ SEU LIVRO, OU ESCUTA SUAS HISTÓRIAS, REPENSA SITUAÇÕES QUE OCORREM EM SUA VIDA, E PASSA A REAGIR DE FORMA MAIS CRÍTICA A PARTIR DE NOVOS VALORES APRESENTADOS POR ELA.

SITE DA RUTH ROCHA: www2.uol.com.br/ruthrocha/

O PROJETO

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PROMOVI O DIA DA ALMOFADA, ONDE AS CRIANÇAS PUDERAM APRECIAR A VONTADE OS LIVROS E ESCOLHER OS QUE MAIS LHE CHAMARAM ATENÇÃO


A PARTIR DESSA LEITURA, CONVERSAMOS SOBRE O MEDO DAS CRIANÇAS, FIZEMOS CARTAZES E PRODUZIMOS UM LIVRO COM O TÍTULO: “VOCÊ JÁ VIU BICHO PAPÃO?”, ONDE REGISTREI RELATOS E DESENHOS DAS CRIANÇAS SOBRE COMO ACREDITAM QUE SEJA O BICHO PAPÃO. FICOU MARAVILHOSO.

TRABALHAMOS AS CORES E OS VALORES COMO O RESPEITO ÀS DIFERENÇAS.

TAMBÉM FIZEMOS ESSAS LINDAS BORBOLETAS...

“BOM DIA SOL, BOM DIA FLORES, BOM DIA TODAS AS CORES!”

APRENDEMOS SOBRE CORES E EXPERIMENTAMOS TEXTURAS…

MATERIAIS QUE UTILIZAMOS: TAMPINHAS DE GARRAFA, CANUDINHOS COLORIDOS, RETALHOS DE PAPEL LAMINADO, RETALHOS DE LIXA, FORMINHAS DE BRIGADEIRO, RASPAS DE LÁPIS DE COR, BOLINHAS DE PAPEL CREPOM E ALGODÃO COLORIDO.

ESSE LIVRO É MUITO DIVERTIDO, POIS ELE TRÁS UM CERTO SUSPENSE QUE PRENDE A ATENÇÃO DA CRIANÇADA…

Á PARTIR DESTA HISTÓRIA PUDE TRABALHAR CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM

REGISTRO DE LEITURA: DESENHO E COLAGEM COM SUCATA

( ROLINHOS DE PAPEL, CAIXAS VAZIAS, PAPÉIS DE BALA, ETC)

“O REIZINHO MANDÃO” É UMA HISTÓRIA MUITO ENGRAÇADINHA E QUE AS CRIANÇAS ADORAM. Á PARTIR DO LIVRO PUDEMOS CONVERSAR SOBRE VALORES COMO: PACIÊNCIA, AMIZADE, COOPERAÇÃO, ENTRE OUTROS…

“O LIVRO DO LÁPIS” 

APRENDEMOS SOBRE A HISTÓRIA DO LÁPIS E FIZEMOS VÁRIOS DESENHOS E PINTURAS

CONHECEMOS OS PERSONAGENS MAIS FAMOSOS CRIADOS POR RUTH ROCHA

VEJAM COMO FICARAM LINDOS OS FANTOCHES QUE FIZEMOS COM COLHER DE PAU ENVIADAS PELOS PAIS

OUTROS LIVROS DE RUTH ROCHA

 

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FLOQUINHOS DE CARINHO

 Havia uma aldeia onde o dinheiro não entrava.
Tudo o que as pessoas compravam, tudo o que era cultivado e produzido por cada um, era trocado.
A coisa mais importante, a coisa mais valiosa, era a AMIZADE.
Quem nada produzia, quem não possuía coisas que pudessem ser trocadas por alimentos ou utensílios, dava seu CARINHO.
O CARINHO era simbolizado por um floquinho de algodão. Muitas vezes, era normal que as pessoas oferecessem floquinhos de algodão sem querer nada em troca, pois sabiam que nunca ficariam sem floquinhos.
Um dia, uma mulher muito má, que vivia fora da aldeia, convenceu um pequeno garoto a não mais dar seus floquinhos. Desta forma, ele seria a pessoa mais rica da cidade e teria o que quisesse.
Iludido pelas palavras da malvada, o menino, que era uma das pessoas mais populares e queridas da aldeia, passou a juntar CARINHOS e em pouquíssimo temo sua casa estava repleta de floquinhos, ficando até difícil de circular dentro dela.
Daí então, quando a cidade já estava praticamente sem floquinhos, as pessoas começaram a guardar o pouco CARINHO que tinham e toda a HARMONIA da cidade desapareceu. Surgiram a GANÂNCIA, a DESCONFIANÇA, o primeiro ROUBO, o ÓDIO, a DISCÓRDIA, as pessoas se XINGARAM pela primeira vez e passaram a IGNORAR umas as outras na rua. Como era o mais querido da cidade, o garoto foi o primeiro a sentir-se TRISTE e SOZINHO, então procurou a velha para perguntar-lhe se aquilo fazia parte da riqueza que ele acumularia. Não a encontrando mais, ele tomou uma decisão: pegou uma grande carriola, colocou todos os seus floquinhos em cima e caminhou por toda a cidade distribuindo aleatoriamente seu CARINHO. A todos que dava CARINHO, apenas dizia: Obrigado por receber meu carinho.
Assim, sem medo de acabar com seus floquinhos, ele distribuiu até o último CARINHO sem receber um só de volta.
Sem que tivesse tempo de sentir-se sozinho e triste novamente, alguém caminhou até ele e lhe deu CARINHO. Um outro fez o mesmo… mais outro… e outro… até que definitivamente a aldeia voltou ao normal.

Dica:
Entregar aos pais um floquinho de algodão representando todo o carinho e dedicação com os quais serão coduzidos o trabalho do ano.
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A OVELHA MARIA VAI COM AS OUTRAS

Era uma vez uma ovelha chamada Maria. Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também. As ovelhas iam para baixo Maria ia também. As ovelhas iam para cima, Maria ia também.
Um dia, todas as ovelhas foram para o Pólo Sul. Maria foi também. E atchim! Maria ia sempre com as outras.
Depois todas as ovelhas foram para o deserto. Maria foi também.
– Ai que lugar quente! As ovelhas tiveram insolação. Maria teve insolação também. Uf! Uf! Puf!
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas resolveram comer salada de jiló.
Maria detestava jiló. Mas, como todas as ovelhas comiam jiló, Maria comia também. Que horror!
Foi quando de repente, Maria pensou:
“Se eu não gosto de jiló, por que é que eu tenho que comer salada de jiló?”
Maria pensou, suspirou, mas continuou fazendo o que as outras faziam.
Até que as ovelhas resolveram pular do alto do Corcovado pra dentro da lagoa. Todas as ovelhas pularam.
Pulava uma ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: mé! Pulava outra ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra e chorava: mé!
E assim quarenta duas ovelhas pularam, quebraram o pé, chorando mé, mé, mé! Chegou a vez de Maria pular. Ela deu uma requebrada, entrou num restaurante comeu, uma feijoada.
Agora, mé, Maria vai para onde caminha seu pé.

 

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O MOVIMENTO NA ROTINA DA EDUCAÇÃO INFANTIL

= ^ . ^= PROJETO MEXE-MEXE QUE É BOM = ^. ^=

PREFÁCIO

 O PRESENTE TRABALHO JUSTIFICA-SE NA NECESSIDADE DE INSERIR A PRÁTICA DO MOVIMENTO NA ROTINA DAS CRIANÇAS, A FIM DE DESENVOLVER AS CAPACIDADES DE NÍVEL AFETIVO, SOCIAL, MOTOR E COGNITIVO  ENVOLVENDO ATIVIDADES PRAZEROSAS ONDE AS CRIANÇAS  POSSAM SE DIVERTIR E AO MESMO TEMPO APRENDER E DESENVOLVER-SE FAZENDO O QUE MAIS GOSTAM: “BRINCAR”.

PRETENDE-SE EXECUTAR AS ATIVIDADES PROPOSTAS A FIM QUE ADQUIRAM NOVAS HABILIDADES MOTORAS   E APRENDERAM A RELACIONAR-SE E RESPEITAR OS LIMITES DO SEU PRÓPRIO CORPO.

AS ATIVIDADES TAMBÉM PODEM DAR ORIGEM A NOVOS  APRENDIZADOS NÃO PLANEJADOS , DANDO ORIGEM A NOVOS TEMAS A SEREM DISCUTIDOS Á PARTIR DA SENSIBILIDADE DAS PRÓPRIAS CRIANÇAS SOBRE DETERMINADA SITUAÇÃO.

JUSTIFICATIVA

A Educação Infantil é grande responsável pelo desenvolvimento integral da criança, tendo a função de envolvê-la no seu processo de descobertas, construção e busca pelo conhecimento, o que se dá significativamente através do lúdico, oferecendo a ela preparação para a vida, liberdade de ação e realização simbólica.

Nesse sentido esse projeto fundamenta-se nos objetivos explicitados no Referencial Curricular para Educação Infantil relacionados á prática do movimento, onde serão pertinentes atividades lúdicas que permitam desenvolver as potencialidades de ordem expressiva, motora, afetiva e cognitiva.

As brincadeiras que compõem o repertório infantil e que variam conforme a cultura regional apresentam-se como oportunidades privilegiadas para desenvolver habilidades no plano motor, como empinar pipas, jogar bolinhas de gude atirar com estilingue, pular amarelinha etc. (BRASIL, 1998)

Para isso desenvolvi com as crianças jogos e brincadeiras, que envolveram correr, subir, descer, escorregar, pendurar-se, movimentar-se, dançar etc. Além da confecção de brinquedos de sucata, oficinas de brinquedos, músicas que levaram os alunos a explorar e conhecer mais seu corpo, seus movimentos, seus limites, diferentes culturas, além de trabalhar paralelamente hábitos que levam á qualidade de vida tais como: praticar exercícios.


OBJETIVOS

  • Levar as crianças a explorar o espaço por meio de atividades que possibilitem arrastar-se, engatinhar, rolar, andar, correr, saltar etc.;
  • Desenvolver o equilíbrio, a coordenação motora grossa e fina e a lateralidade;
  • Ampliar gradualmente o conhecimento e controle sobre o corpo e o movimento;
  • Estimular o hábito da prática de exercícios físicos que levem à qualidade de vida.

ESTRATÉGIAS

  • Resgatar a memória dos jogos e brincadeiras que fizeram parte da infância dos pais;
  • Levantar os jogos e brincadeiras preferidos das crianças e da turma;
  • Rodas de conversa sobre brincadeiras de meninos e de meninas (podemos brincar juntos?);
  • Confeccionar um livro de jogos e brincadeiras á partir das preferências;
  • Jogos cooperativos;
  • Confeccão de brinquedos;
  • Brincar de pega-pega, esconde-esconde, pular corda, bambolê,etc.;
  • Percursos;
  • Rodas de conversa;
  • Cartaz sobre alimentação saudável;
  • Caixa surpresa com alimentos saudáveis (enviados pelos pais).
  • Atividades livres que possibilitem movimentar-se.
EXEMPLOS DE JOGOS COOPERATIVOS
1-)PEGA-PEGA BARATINHA
OBJETIVO: 
DESENVOLVER A ATITUDE COOPERATIVA E O RESPEITO POR REGRAS PRÉ ESTABELECIDAS, ALÉM DE ESTIMULAR O MOVIMENTO CORPORAL DE MANEIRA A PROPORCIONAR O PRAZER DE BRINCAR.
DESENVOLVIMENTO:
ESSA BRINCABEIRA É SEMELHANTE AO PEGA-PEGA TRADICIONAL, PORÉM QUANDO ALGUMACRIANÇA É PEGA ELA VIRA “BARATINHA” E DEVE DEITAR-SE NO CHÃO  IMITANDO O MOVIMENTO DA BARATA DE BARRIGA PARA CIMA, ENTÃO,  UMA OUTRA CRIANÇA, APELIDADA POR NÓS DE “FADINHA” DEVE SALVAR OS AMIGOS VIRANDO-OS PARA QUE CONTINUEM NA BRINCADEIRA.
***O DIFERENCIAL DESSA BRINCADEIRA É QUE ELA NÃO TEM UM CUNHO COMPETITIVO E SIM COOPERATIVO, ONDE TODOS PARTICIPAM E SE DIVERTEM.
PARA VARIAÇÃO DESSA BRINCADEIRA AO INVÉS DA “FADINHA” SALVAR AS “BARATINHAS” TODOS PODEM SALVAR OS AMIGOS.
2-) PERCURSO ADAPTADO:
CONTEÚDOS CONCEITUAIS:
• COORDENAÇÃO MOTORA, LATERALIDADE E EQUILÍBRIO.
CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS:
• SUBIR, DESCER, ULTRAPASSAR OBSTÁCULOS E ENGATINHAR.
CONTEÚDOS ATITUDINAIS:
• RESPEITO AO ESPAÇO DO OUTRO, COOPERAÇÃO E CONHECIMENTO DOS LIMITES DO PRÓPRIO CORPO.
METODOLOGIA:
1° ETAPA: EXPLICAR SOBRE CADA ETAPA DA ATIVIDADE QUE SERÁ REALIZADA E FAZER COMBINADOS COM A TURMA (ESPERAR A VEZ, NÃO EMPURRAR, ETC.)
2° ETAPA: REALIZAR  AQUECIMENTO ANTES DE INICIAR A ATIVIDADE
3° ETAPA: EXECUÇÃO DO PERCURSO PELAS CRIANÇAS (ESSA DEVERÁ SER OBSERVADA PELO PROFESSOR PARA QUE POSSA REALIZAR AS INTERVENÇÕES NECESSÁRIAS)
4° ETAPA: PROPOR QUE AS CRIANÇAS REGISTREM O PERCURSO ATRAVÉS DE DESENHOS
5° ETAPA: AVALIAÇÃO: PEDIR QUE AS CRIANÇAS FALEM  SOBRE ATIVIDADE PROPOSTA, EXPONDO O QUE GOSTARAM, SUAS DIFICULDADES, ETC.
3-) DANÇA DA CADEIRA COOPERATIVA:
OBJETIVO: SUBSIDIAR MANEIRAS CRIATIVAS DE BRINCAR E APRENDER GERANDO ATITUDES COMO COOPERAÇÃO, SOLIDARIEDADE E CUIDADO COM O PRÓXIMO.
DESENVOLVIMENTO: PRIMEIRAMENTE É INTERESSANTE REALIZAR A BRINCADEIRA DA DANÇA DA CADEIRA CONVENCIONAL JÁ CONHECIDA PELAS CRIANÇAS, DEIXANDO QUE BRINQUEM LIVREMENTE FAZENDO INTERVENÇÕES SOMENTE QUANDO NECESSÁRIO.
NUM SEGUNDO MOMENTO EXPLIQUE ÁS CRIANÇAS QUE FARÃO A BRINCADEIRA DE UM MODO DIFERENTE, SENDO QUE QUANDO A MÚSICA PARAR AO INVÉS DAS CRIANÇAS SAÍREM DA BRINCADEIRA SOMENTE AS CADEIRAS SAIRÃO, ENTÃO, JUNTAS DEVERÃO DESCOBRIR UMA MANEIRA DE TODAS SE SENTAREM. SE FOREM MUITAS CRIANÇAS NÃO SERÁ POSSÍVEL IR ATÉ A ÚLTIMA CADEIRA PARA QUE NÃO SE MACHUQUEM, MAS O IMPORTANTE É QUE O PROFESSOR VALORIZE AS SOLUÇÕES PROPOSTAS POR ELAS.
AVALIAÇÃO: FAZER UMA RODA DE CONVERSA E OUVIR A OPINIÃO DAS CRIANÇAS SOBRE AS DUAS BRINCADEIRAS OUVINDO SUAS PREFERÊNCIAS E VALORES INTERNALIZADOS.
VARIAÇÃO: AS CADEIRAS PODEM SER SUBSTITUÍDAS POR JORNAIS OU FOLHAS DE REVISTAS.
ESSE PROJETO OFERECE UM LEQUE DE CONTEÚDOS E OBJETIVOS A SEREM TRABALHADOS PODENDO SER UTILIZADO EM VÁRIOS SEGUIMENTOS. UTILIZEI ELE EM 2010 COM UMA TURMA DE 4 ANOS.
O PERCURSO FOI UMA DAS ATIVIDADES MAIS PRAZEROSAS DO PROJETO, POIS FOI ALGO QUE AS CRIANÇAS NUNCA HAVIAM VIVENCIADO, POR ISSO ELAS FICARAM MUITO CURIOSAS ENQUANTO EU ARRUMAVA O PARQUE.
ALÉM DISSO, NOTEI UMA PARTICIPAÇAÃO EFETIVA DE TODA A TURMA QUE SE DIVERTIU MUITO E APRENDEU CONCEITOS SOBRE A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS FÍSICOS COMO POR EXEMPLO A MANEIRA ADEQUADA DE VESTIR-SE AO REALIZAR ESSAS ATIVIDADES.
OUTRO FATOR QUE ME CHAMOU ATENÇÃO FOI A COOPERAÇÃO COLETIVA POR PARTE DE TODA  TURMA QUE SOUBE ESPERAR, RESPEITAR A SUA VEZ E AJUDAR O AMIGO QUANDO NECESSÁRIO.
AO FINAL AVALIEI QUE A ATIVIDADE FOI MUITO SIGNIFICATIVA PARA AS CRIANÇAS, PRINCIPALMENTE PELO PRAZER EM EXECUTAR O QUE FOI PROPOSTO, MAS TAMBÉM POR PROPORCIONAR A ELAS ALGO DIFERENTE DA ROTINA QUE ESTÃO ACOSTUMADOS. A DEVOLUTIVA POR PARTE DAS CRIANÇAS FOI PEDIR QUE ELES PUDESSEM REALIZAR ESSA ATIVIDADE MAIS VEZES E É CLARO QUE EU ATENDI AOS PEDIDOS.


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Artes Visuais na Educação Infantil

“As Artes Visuais expressam, comunicam e atribuem sentido a sensações, sentimentos, pensamentos e realidade por meio da organização de linhas, formas, pontos, tanto bidimensional como tridimensional, além de volume, espaço, cor e luz na pintura, no desenho, na escultura, na gravura, na arquitetura, nos brinquedos, bordados, entalhes etc. O movimento, o equilíbrio, o ritmo, a harmonia, o contraste, a continuidade, a proximidade a semelhança são atributos da criação artística. A integração entre os aspectos sensíveis afetivos, intuitivos, estéticos e cognitivos, assim como a promoção de interação. Comunicação social, conferem caráter significativo às Artes Visuais.
As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras e carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis.
Tal como a música, as Artes Visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humanas, o que, por si só, justifica sua presença no contexto da educação, de um modo geral, e na educação infantil, particularmente.”

(RCN’s para Educação Infantil- Volume3)

ROMERO BRITTO

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Trabalho realizado com as crianças do Nível 4:

Meninos                                                                                                                                  Meninas

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PROJETO BICHINHOS DE JARDIM

JUSTIFICATIVA

“O ser humano, os animais e as plantas provocam bastante o interesse e curiosidade nas crianças (…). São muitas questões, hipóteses, relações e associações que as crianças fazem em torno desse tema. Em função disso, o trabalho com os seres vivos e suas intricadas relações com o meio oferece inúmeras oportunidades de aprendizagem e de ampliação da compreensão que a criança tem sobre o mundo social e natural. A construção desse conhecimento também é uma das condições necessárias para que as crianças possam, aos poucos, desenvolver atitudes de respeito e preservação à vida e ao meio ambiente, bem como atitudes relacionadas à sua saúde.”

RCNI (Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil)

 

 OBJETIVO

Proporcionar o contato com os animais de jardim, a fim de conscientizar sobre a importância deles para a cadeia alimentar e para a vida das plantas que garantem a qualidade do ar que respiramos, levando as crianças a perceber a importância de preservar essas espécies.

Além disso, levar as crianças a descobrir que todos os seres vivos, sejam eles humanos, plantas ou animais têm o seu habitát natural e que dependem uns dos outros para sobreviver, estimulando-as a perceber a importância de respeitar e preservar o meio ambiente para que possamos viver bem e com saúde garantindo um aproveitamento do ar, da água e do solo  para as gerações futuras.

           

 METODOLOGIA

 Rodas de conversa;

Leituras de textos informativos e de livros relacionados;

Músicas, vídeos, jogos e brincadeiras;

Atividades artísticas;

Teatro de fantoches;

Experiências;

Confecção e observação de um terrário com bichinhos de jardim trazidos pelas crianças juntamente com uma pesquisa relacionada;

Metamorfose da borboleta;

Receitas (bolo formigueiro);

Confecção de murais;

Confecção de portfólio com registro das atividades realizadas.

Registro das atividades realizadas com um vídeo Movie Maker.

RECURSOS

 Pesquisas enviadas pelos pais, livros, DVD, máquina fotográfica, rádio, materiais para a confecção do terrário (aquário, terra, pedrinhas de aquário, etc.).

PRODUTO FINAL

Montagem de um DVD com as fotos tiradas durante o projeto.

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Período de Adaptação

Segue um texto muito bom que utilizo para o período de adaptação.

 

Mesmo que algumas crianças ingressem na escola com facilidade, não é de estranhar que outras inicialmente se sintam inseguras em um ambiente novo e diferente. Estes sentimentos são normais, e é por isto que as escolas geralmente proporcionam um período de adaptação, auxiliando a criança a se acostumar lentamente, sem se sentir abandonada pela família.

É preciso que os pais examinem os sentimentos que neles desperta o ingresso do filho na escola. Frequentemente as dificuldades da criança em se adaptar à escola estão associados às angústias dos pais diante da separação e crescimento do filho.

Os pais também devem avaliar como eles se sentem em relação a escola, pois se não gostam ou não confiam nela, fica mais complicado a criança sentir-se tranquila neste novo ambiente.

Desta forma, a família também tem o importante papel no período de facilitar esse processo de adaptação. Combinar com a criança o horário que irá busca-la, evitar ao máximo se atrasar ou não mentir para a criança dizendo que já retorna são exemplos de atitudes que poderão deixar a criança mais tranquila.

Pais que ameaçam bater ou castigar o filho ou assustam dizendo que “o velho do saco” irá pega-lo se não ficar na escola, além de não ajudarem, tendem a atrapalhar o processo de adaptação. Também não é recomendável que os pais prometam recompensar a criança dando algo que ela deseja para ajuda-la a ficar na escola.

Isto porque a razão da criança estudar não está naquilo que obterá dos pais. A criança deverá entender, com o passar do tempo e auxílio da família, que estudar é sua responsabilidade, é necessário para sua vida e crescimento, além de ser um valor importante para ela e sua família.

Portanto, não são as ameaças, os medos e as recompensas que fazem a criança ficar na escola, mas o sentimento de que estudar e estar na escola é bom para ela. Frente a isto, a família ajuda a criança a se adaptar na escola quando transmite verdadeiramente que a escola é algo positivo.

Outra questão a ser considerada é que a adaptação escolar não ocorre apenas no início da escolarização. É preciso que a família e a escola estejam atentas ao impacto de mudanças como troca de escola, repetência, ingresso ao ensino médio ou mesmo o ingresso da criança ao sexto ano do ensino fundamental, quando aumenta o número de professores, de cadernos, de livros e de cobranças.

Enfim, ao longo da vida escolar há diversas situações que mobilizam pais, crianças, escola e precisam de constante

A criança deverá entender, com o passar do tempo que a sua responsabilidade é estudar.

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